quarta-feira, 2 de março de 2011

As Festas do Pego e a sua História II

DE 1976 A 1982


Continue este retorno histórico em 1976 e termino em 1982, deixando-vos assim mais um pouco da nossa história cultural.
Mais uma vez poderão constatar os grandes artistas, tais como Paco Bandeira, Carlos do Carmo, Duo Ouro negro, Cidália Moreira, entre outros, que entre 1976 a 1982, participaram e enriqueceram a história das festas da Aldeia do Pego.
Poderá clicar nos artistas que estão sublinhados para aceder ao seu link, e verá que se surpreenderá com alguns deles, alguns menos conhecidos para os mais jovens.

1976
Artistas: Aníbal Freire, Vitor Freire, António Barata, Chico Cordeiro, Chico Matos, Manuel Melo, Manuel Guiomar, Jorge Matos, João António Ladeira, Eden.

1977
Artistas: Paco Bandeira, Nani, Natália José, Teresa Tarouca, Fernanda Vieira, Mário Martins, Lenita Gentil, Duo Sol Nascente, Alberto Carlos.

1978

1979
Artistas: Duo Sol Nascente, Florência, Paco Bandeira, Cidália Moreira.

1980

1981

1982

Não poderei deixar de salientar a Presença ininterrupta, nas festas do Pego, da actuação do Rancho Folclórico da Casa do Povo do Pego, Grande embaixador da cultura Pegacha, e que é na actualidade o mais antigo Grupo Etnográfico do Ribatejo e um dos mais antigos a nível nacional. 

Foto retirada da página Web do grupo

Outro ponto que deve ser realçado, na história das festas do Pego, é a presença de inúmeros grupos etnográficos, vindos de todos os cantos do nosso país, contribuindo assim para a divulgação da nossa cultura Nacional.

Curiosidades: As marcações de mesas estiveram a cargo de Justino Alves Poupino até 1978, passado a ser a cargo da Junta de freguesia a partir do ano de 1979. Em 1976 chamava-se a atenção para que os bilhetes para dançar, dos homens, não fossem tão caros (40 escudos) as senhoras teriam de pagar um  bilhete de 10 escudos. A partir de 1977 esta chamada de atenção apenas refere que as senhoras teriam de pagar um preço simbólico para dançar!

No dia 22 de Agosto de 1976, realizou-se um “Festival de Paraquedismo”, por um corpo de Tropas Paraquedistas. Eu tinha na altura 3 anos de idade e assisti ao evento, e por incrível que possa parecer, eu ainda me lembro deste momento. Fiquei tal maneira deslumbrado e fascinado com aqueles homens a cair do céu, que a cena ficou-me na memória.  Passados 17 anos, realizei o meu sonho e fascínio por aquele momento, ao conquistar a Boina Verde, e tornar-me membro do Corpo de Tropas Paraquedistas, na Base escola de Tropas Paraquedistas em Tancos! (“Que nunca por vencidos se conheçam.”)

Agradecimentos: Desde já agradeço o apoio da Junta de Freguesia do Pego, na pesquisa e disponibilidade para que pudesse fotografar os cartazes aqui apresentados, bem como todo apoio dado até ao momento na elaboração de alguns artigos neste Blog.


"Já que no Pego tivemos que nascer...Somos pegachos até morrer."

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